Respostas diretas, incluindo as incómodas
Estas são as perguntas que os responsáveis de caso mais recebem. Quando a resposta honesta é desagradável, é dada na mesma — é mais útil do que tranquilizar.
Para começar
O que inclui exatamente a avaliação gratuita?
Um responsável de caso lê o pedido na íntegra, reconstitui a cronologia, cruza a plataforma ou entidade indicada com o nosso histórico e com listas públicas de alerta de supervisores, e identifica os circuitos de pagamento e jurisdições envolvidos. O resultado é uma avaliação escrita sobre o que parece rastreável, que jurisdições se aplicam, que vias estão realisticamente abertas e que prazos correm. Não custa nada e não compromete a nada.
Em quanto tempo recebo resposta?
Em 24 horas úteis para os pedidos de avaliação. As perdas comunicadas nos últimos sete dias passam para o início da fila, porque é essa a janela em que um banco recetor ainda pode conseguir congelar um saldo.
E se eu não tiver todos os documentos?
Envie o que tiver. A avaliação é feita com o que estiver disponível, e o responsável de caso dir-lhe-á exatamente que documentos adicionais mudariam o quadro e porquê. Ninguém é recusado por ter um dossiê incompleto: no início está para quase toda a gente.
A perda é demasiado pequena para valer a pena?
Envie na mesma. Perdas individualmente modestas coincidem frequentemente com outras já em arquivo que envolvem o mesmo operador, as mesmas carteiras ou a mesma infraestrutura, e os processos agrupados têm bastante mais peso junto de instituições e autoridades. De qualquer forma, a avaliação não custa nada.
Aconteceu há mais de um ano. É demasiado tarde?
Não necessariamente. As janelas de devolução e estorno estarão fechadas, mas as vias cíveis, as insolvências, as apreensões posteriores e os rateios entre vários lesados operam em prazos muito mais longos. Os processos mais antigos são avaliados como deve ser, não recusados apenas pela data. A posição honesta é que mais cedo é substancialmente melhor — não que mais tarde seja inútil.
Custos
Quanto custa?
A avaliação inicial e o relatório escrito são gratuitos e sem compromisso. Se pudermos atuar, o âmbito do trabalho e os eventuais custos são fixados por escrito antes de qualquer acordo, para que nunca surja uma fatura inesperada.
Vão pedir-me algum pagamento adiantado para libertar os fundos?
Não — e se alguém o pedir, é fraude. Nenhum processo legítimo de recuperação exige um pagamento para uma carteira privada ou conta pessoal para «libertar» ou «desbloquear» dinheiro. Nós nunca o pedimos, sob nenhuma forma.
Como são devolvidos os fundos recuperados?
Por canais bancários regulados, para uma conta em seu nome, acompanhados de uma conciliação escrita do que foi recuperado e de como foi imputado. Nunca em numerário, nunca em criptomoedas e nunca através de um intermediário.
Como funciona a recuperação
Quanto tempo demora um caso?
Depende inteiramente da via. Um pedido de devolução ou congelamento é questão de dias. As reclamações junto de supervisores e os escalamentos com plataformas de troca duram tipicamente de semanas a alguns meses. Os processos cíveis e de insolvência duram muitos meses e por vezes anos. A avaliação dá um intervalo realista para o caso concreto, não uma média que nada significa.
As criptomoedas podem realmente ser rastreadas?
Frequentemente sim: os registos públicos tornam as criptomoedas mais rastreáveis do que a maioria das transferências bancárias. A análise do grafo de transações segue os fundos por cadeias de saltos, pontes e serviços de mistura. A dificuldade não é a visibilidade mas o alcance: o valor tem de chegar a um sítio onde um pedido jurídico tenha força, tipicamente uma plataforma de troca regulada. Onde isso acontece, há via. Onde os fundos ficam numa carteira privada de controlo desconhecido, o rastreio apura-o com honestidade em vez de faturar para descobrir.
Os burlões estavam noutro país. Acabou?
Não: os processos transfronteiriços são o núcleo da sociedade, não a exceção. O que importa não é onde estão os operadores mas para onde foi o dinheiro, e o dinheiro passa quase sempre pelo sistema regulado nalgum ponto. Esse ponto de contacto é onde uma pretensão tem eficácia, e está muito frequentemente na Europa mesmo quando os operadores não estão.
Quais são as hipóteses realistas de recuperação?
Dependem da rapidez da comunicação, de os fundos continuarem rastreáveis, das jurisdições envolvidas e da cooperação de bancos, plataformas de troca e autoridades. Vários desses fatores escapam ao controlo de qualquer pessoa, e por isso não garantimos a recuperação nem publicamos uma taxa de sucesso de montra. A avaliação escrita dá uma opinião franca sobre o caso concreto, mesmo quando é negativa.
Devo apresentar queixa na mesma?
Sim, e de preferência antes de nos contactar. Um número de processo é frequentemente condição para que um banco ou supervisor atue. Se ainda não tiver sido apresentada, preparamos e apresentamos a denúncia corretamente, na língua certa e junto da unidade competente — mas a comunicação de base deve existir.
Trabalham com as autoridades?
Coordenamos apresentações com mais de 13 unidades nacionais de cibercrime, supervisores financeiros e Unidades de Informação Financeira na UE/EEE e no Reino Unido, e acompanhamos cada apresentação até ao comprovativo, número de processo e resposta. Para ser preciso sobre o que isso significa: somos uma sociedade privada independente, não uma autoridade pública. Não atuamos em nome de qualquer autoridade e nenhuma nos credencia. Apresentamos corretamente, cooperamos plenamente e pressionamos por respostas — não controlamos resultados.
Segurança e confidencialidade
Alguém me contactou a oferecer-se para recuperar o meu dinheiro. Foram vocês?
Não. A Trump Law Group nunca faz abordagens não solicitadas a oferecer serviços de recuperação. As ofertas de recuperação não solicitadas são uma das formas mais comuns de fraude subsequente, dirigidas deliberadamente a quem já perdeu dinheiro uma vez — e a segunda perda é frequentemente maior do que a primeira. Se alguém o contactar dizendo que atua por nós, agradecemos que nos avise.
Que informação nunca devo partilhar?
Palavras-passe bancárias, códigos de utilização única, PIN de cartão, números completos de cartão, seed phrases ou chaves privadas de criptomoedas e acesso remoto a qualquer dispositivo. Nenhuma sociedade, banco ou autoridade legítima os pedirá alguma vez, e nós também não.
O que acontece aos dados que envio?
São usados para avaliar e, se assim for instruído, prosseguir o processo. O material está coberto por sigilo profissional e é tratado nos termos do RGPD. Não é vendido e não sai do processo, salvo quando uma apresentação junto de uma instituição ou autoridade o exige. Pode pedir acesso, retificação e apagamento a qualquer momento — a Política de privacidade explica como.
O meu caso será tornado público?
Não. Os processos são confidenciais. Não publicamos nomes de clientes nem usamos casos como material promocional. Quando um processo é agrupado com outros que partilham o mesmo operador, os dados identificativos não são partilhados entre clientes.
Sobre a sociedade
Em que idiomas posso ser atendido?
Inglês, italiano, grego, espanhol, alemão e português, incluindo avaliações e atualizações escritas. As apresentações são feitas na língua oficial da jurisdição recetora, independentemente do idioma em que for atendido.
A Trump Law Group é um banco, uma seguradora ou um organismo público?
Nenhuma dessas coisas. Somos uma sociedade privada independente que presta serviços de apoio jurídico e de investigação. Não somos um banco, uma instituição de pagamento, uma seguradora nem uma autoridade pública, não estamos associados a nenhum organismo estatal e não detemos fundos de clientes fora de canais regulados.
E se decidirem que não podem ajudar?
Dizemo-lo por escrito, com as razões, e o dossiê é encerrado sem custos. Onde exista outra via — um serviço nacional de apoio à vítima, um provedor, um fundo de compensação —, indicamo-la. Aceitar processos sem via realista retiraria valor à avaliação gratuita.
Uma pergunta que não está aqui?
Escreva-a no formulário de avaliação. Todos os pedidos são lidos por um responsável de caso, que responde por escrito.
